Terça-feira, Dezembro 05, 2006

 

Um desafio à Blogosfera Liberal III


Comments:
O ministério da educação é incontornável enquanto organismo gestor da educação. Pode até não ter empregados mas, como já discutimos, educação não é opção.
 
Além dos currículos aparentemente obrigatórios há uma diversidade de opções que fazem toda a diferença. O problema é que a maioria das famílias não pode optar pelo que deseja, porque a oferta é insuficiente, porque...
 
"Mas, deve o Estado sair completamente do sistema?. Eu (mas isto sou eu!) acho que não, e como contribuinte estou disponível a pagar para que, nas àreas onde o mercado não se interesse pela gestão de projectos escolares, o Estado o faça. Para que todos tenham acesso a uma melhor escola para os seus filhos."

Estás mesmo disposto a pagar? Obrigado, Ricardo, és generoso. E és gajo para pedir aos teus amigos que também dêem uma contribuiçãozita? Deus te guarde e obrigadinho. Mas assustaste-me com o essa do “mas isto sou eu!”. Espero que consigas juntar um grupinho para fazer uma colecta que dê pelo menos para pagar a lenha para o aquecimento da Escola Básica de Fanhões de Cima.

caramelo estupefacto
 
Não, o ministério da educação NÃO “é incontornável enquanto organismo gestor da educação”. Tem sido, para nossa desgraça…
 
Não, o problema NÃO "é que a maioria das famílias não pode optar pelo que deseja, porque a oferta é insuficiente, porque...". Não pode optar porque a lei, e a centralização do sistema, não o permite.
 
“Estás mesmo disposto a pagar?" Eu já pago, via impostos, um preço completamente absurdo, eu e todos os que são contribuíntes líquidos.

Pago para o "aquecimento da Escola Básica de Fanhões de Cima" (o que não me importo) como pago para escolas em zonas do país onde o privado fazia muito melhor e mais barato (o que me chateia).

Ou pensa que o dinheiro que paga toda esta ineficiência cai do céu.

Se sou generoso ou não, não é questão que interesse para aqui. O que interessaria era que no final o preço a pagar por todos nós (e por mim também) fosse menor e o ensino melhor.

Já agora, “mas isto sou eu!”, porque há quem defenda a total privatização do sistema…
 
Sim, Ricardo.

caramelo
 
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