Não concordando com a ideia do "Norte à beira da última oportunidade", nem com 80% do diagnóstico ou das soluções preconizadas, este é assunto a que voltarei.“mais do que o despotismo ou a anarquia, o que importa combater é a apatia”, Alexis de Tocqueville
quarta-feira, maio 02, 2007
Meia volta, lá volta a história do Norte
Não concordando com a ideia do "Norte à beira da última oportunidade", nem com 80% do diagnóstico ou das soluções preconizadas, este é assunto a que voltarei.segunda-feira, abril 30, 2007
Homem Peixe
Martin Strel, esloveno de 52 anos, que recentemente fez (mais um) feito, o de nadar o Amazona de uma ponta à outra, ao lado de piranhas, crocodilos, anacondas, cobras e raias venenosas, tubarões-touro, enguias electrica…e do peixe-palito, cuja especialidade não vou aqui reproduzir…Que raio de (boa) loucura leva o ser humano a desafiar assim o “mundo” (www.amazonswim.com), com a vida se necessário, durante 65 dias*90 km/dia...que é só fazer as contas, como diria o outro que também por lá anda a gerar consensos entre os bichinhos.
Este Senhor nada para dizer ao mundo que há um mundo natural para ser protegido e que a amizade é a maior das virtudes humanas…que raio, talvez o mundo não o ouça, mas é bonito existir quem assim nada para lho dizer.
domingo, abril 29, 2007
hoje! correu bem...

Correu bem, a jornada de domingo! p.s. no jogo dos regionais da 2ª circular, como previsto, o equilíbrio imperou…
sábado, abril 28, 2007
Portugal segundo António Barreto
"A televisão portuguesa está a passar uma série de programas intitulada: Portugal. Um Retrato Social, de autoria de António Barreto, conhecido sociólogo português...Acresce que podemos completar a nossa perspectiva sobre os programas com a leitura de outras obras do autor, em particular, os dois volumes intitulados, precisamente, A Situação Social em Portugal (Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 1996 e 2000). Antes de mais, os elogios, começando pelos mais importantes. António Barreto revela aqui o seu culto pela qualidade. A série tinha que ter o melhor realizador disponível, Joana Pontes, e a melhor banda sonora, de Rodrigo Leão. Não foram escolhas baseadas na fama ou no êxito, mas sim no gosto do autor, o que deu desde logo uma primeira surpresa agradável, provando serem excelentes escolhas."
(leitura do post, no original, no novo blog, Geração de 60, o que é sempre de saudar)
um dia acaba (!?) esta pouca vergonha...
O (bom) facto da Universidade Fernando Pessoa e alguns dos seus licenciados em arquitectura terem exigido indemnizações à Ordem dos Arquitectos pode ser o início do fim de alguma da pouca vergonha que, em Portugal, permite a “Ordens” protegidas por “alvarás” atribuídos pelo Estado funcionarem de forma totalitária, anti-concorrencial e altamente protectora de quem está instalado na profissão, em prejuízo de todos os que legitimamente almejam entrar no mercado.“Ordens” e outras entidades corporativas, como a inenarrável CTOC, que à custa de leis absurdas têm contribuído para o “roubo” de cidadãos que mais não querem do que chegar, legitimamente, com as suas competências ao mercado.
No nosso país, desde o condicionamento industrial da “velha senhora”, do qual nunca nos libertamos, e sempre em nome da “qualidade” e “protecção dos consumidores” as “Ordens” e quejandos não servem para, legitimamente, validar pela positiva os seus associados e os ajudar a desenvolver profissionalmente, mas para impedir todos os que não lhes pagam o “tributo” de exercer os seus direitos, e isto sempre com a cobertura do Estado.
Às ordens não lhes cabem reconhece cursos, nem prejudicar o direito ao trabalho e o bom-nome das instituições. A sua acção pode e deve ser “qualificante”, se e quando o mercado lhe reconhecer esse papel não quando o Estado lhe dá esse poder.
Pode ser que o acto da UFP e seus alunos seja apenas o primeiro de muitos, que a indemnização a pagar seja tal que a Ordem dos Advogados seja levada à falência e que, de uma vez por todas, se inicio o processo para acabar com esta pouca-vergonha.
quinta-feira, abril 26, 2007
ouvi dizer que...
foi inaugurado um túnel do melhor que já se fez pelo mundo fora...só não pode ser utilizado à noite, que com as luzes os condutores ficam ofuscados com tanta beleza...parece até que ficou baratinho, dá apenas uns trocos a cada um dos papalvos que habitualmente pagam estas obras de arte, aqueles …os contribuintes…sim, esses!
sempre com a mania do...
quarta-feira, abril 25, 2007
IRS 2006...
Todos os anos, por esta altura, chega o dia!, melhor dizendo o(s) dia(s)…dedicados ao IRS (Individuo Roubado pela Sociedade). Todos os anos digo que vou despachar o martírio de uma só vez. Mas, todos os anos, o penoso processo se arrasta muitas vezes até á ultima hora do último prazo.Este ano após o 1º assalto, em que compilei os dados numa folha excel (o que fiz uns 15 dias atrás!), voltei hoje ao 2º assalto, em que passei os dados compilados para aquele inenarrável programa informático (muito melhor que a fila na repartição do outro século, diga-se em abono da verdade!), validei a informação, imprimi o lençol de folhas e simulei a desgraça…isto tudo com o programa a ir abaixo umas 500 vezes nos entretantos, maldizendo eu todos os euros do meu trabalho que o querido Estado me vai roubar para estourar nas OTA´s, TGV´s, SCUT´s e quejandos, sempre em nome do meu bem estar e da competitividade da nação.
Um destes dias, se tudo correr bem, antes da última hora do último prazo, irei finalizar o ritual entregando a declaração, sabendo que mais um ano passou, e mais umas “prestações da nossa competitividade” ajudei a pagar…
terça-feira, abril 24, 2007
Era uma vez na América...
Não li o livro, e não vou escrever sobre a validade das ideias em discussão. O que é de destacar, mais do que o assunto em discussão, é a discussão em si, onde vários americanos (da “família” do “americano médio”) questionavam, discutiam, debatiam inteligentemente com Bill O´Reilly, numa discussão entre iguais. Algo possível num povo que valoriza a liberdade mais do que a igualdade, e que por esse facto é mais igual que aqueles que, como nós, tudo fazem em nome da igualdade, quase sempre contra a liberdade.
Isto num país tantas vezes diabolizado, num país que, segundo Oprah, é o “único país” onde a sua história é possível, a história de quem vindo do nada chega onde ela chegou. Não é seguramente o único, mas é único na forma como esse sonho é vivido, e por tanta gente tornado realidade.
domingo, abril 22, 2007
sábado, abril 14, 2007
vamos lá ver se no final...
quinta-feira, abril 12, 2007
segunda-feira, abril 09, 2007
Olha, olha...
bendito país, em que as decisões são assim tomadas...
quebrou o silêncio
domingo, abril 08, 2007
Telma Monteiro
sexta-feira, abril 06, 2007
GOE. Parabéns!
Sempre admirei o Grupo de Operações Especiais da PSP, um grupo de servidores públicos que merece o maior respeito do seu país, e de todos nós que a eles devemos parte da nossa segurança.Estes homens cumprem a sua função, é verdade, mas contribuem e muito para a concretização de uma das principais funções do Estado, a de garantir a segurança dos seus cidadãos.
Recentemente o GOE celebrou o seu 25º aniversário. Parabéns a todos os homens que ao longo destes 25 anos contribuíram para que o nosso mundo fosse um bocadinho melhor.
Um país na senda da felicidade
Uma espécie de Aeroporto…
domingo, abril 01, 2007
terça-feira, março 27, 2007
é um exagero, eu sei
basear os posts no que li hoje no Público...mas é o que se pode fazer, e esta é tão boa que não resisto: Hoje, no Bartoon:
Cliente: A Chanceler alemã e o Presidente da Comissão Europeia...acreditam que Portugal poderá encontrar uma solução para a Europa.
Bartoon: Portugal encontrar uma solução para a Europa?! Bem, entrou-se na fase do desespero...
Cumpre, não cumpre
Teixeira dos Santos admite baixar impostos após consolidação do défice público
Mário Lino reafirma intenção de lançar aeroporto da Ota no segundo semestre do ano
Pingue-pongue
Hoje no Público, Helena Matos no seu Pingue-pongue com Rui Tavares, entre várias considerações, diz:
"Temos um Estado que se sente socialista na hora de cobrar os impostos e impor regulamentos - vale tudo e a igualdade é um desígnio " - concordo a 100%;
"e que na hora de nos prestar os serviços se comporta como a pior das empresas privadas" - será que até a "liberal" Helena Matos tem a sua aversãozinha às empresas privadas? ou foi apenas para usar o "pé que estava mais à mão"?
segunda-feira, março 26, 2007
grandes...o raio que os parta!
Nunca vi os "grandes portugueses", mas é impossível não ser bombardeado com o "acontecido". Até porque o único "Grande Português" foi D. Afonso Henriques que se fartou de "assapar nos mouros" e não passava a vida a choramingar a desgraça de ser português...também com tanta porradinha não tinha tempo para sessões de psicanálise nem teve que viver com a "coisa" que fundou...
Agora porra, apesar de nada significar e não alterar nem um bocadinho a minha vida nem a ideia que tenho sobre os portugueses (no bom e no mau!), i.é. da ideia que tenho sobre nós -que também faço parte "dos portugueses"- não deixa de ser irritante que um ser pequenino e mesquinho tenha ganho o raio da votação, e parece que outro tiranete de côr diferente, mas bem igual, ficou lá perto.
Se este pessoal se mantivesse a escolher personagens de novela...
Estou para ver a côr desse poder...
Mais poder às câmaras é novidade de um governo centralista que -se o poder local fosse detido por gente de elevado requinte (assim a modos como a gente que nos governa a partir de Lisboa)- teria todo o gosto em lhes transferir mais competências, tais como as decisivas tarefas para o futuro da humanidade de "fiscalização de elevadores", que consta a Administração Central não assegurava eficazmente (vá lá saber-se porquê).
Não fosse tudo isto música celestial, e ficaríamos contentes por saber que "Educação, Acção Social e Saúde" são "as áreas às quais o Governo vai dar prioridade no processo de transferência de competências para as câmaras". Na educação devem ficar com a responsabilidade da gestão dos cacífos...
E mais contentes ficaríamos se a "elaboração do novo regime jurídico de associações de municípios e áreas metropolitanas", que se tornou "prioritário por força do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), sucessor dos QCA, que enquadra os fundos comunitários para o período 2007-2013", porque "como já foi entregue em Bruxelas, é necessário criar a estrutura institucional que assegure a contratualização e gestão de programas", significasse mesmo maior autonomia, poder e responsabilidade para as regiões. Mas...
Ele há notícias que são um país
TAP disponível (assim mesmo, sem aspas) para abrir espaço a outra companhia na rota Lisboa-Porto, hoje no Público.Eu também estaria, caso fosse -com benção estatal- monopolista na minha actividade, para "abrir espaço" a outro concorrente...se ele se portasse bem, claro!...
Ele há coisas fantásticas, não há!
sábado, março 24, 2007
Trivela à La Quaresma

Nunca saberemos o que teria sido Portugal no último Mundial com a "dupla" Ronaldo-Quaresma ...- mas já não deve haver "alma" que não saiba o que é uma "Trivela à La Quaresma"
Portugal no Mundial de râguebi
Brilhante o que os «lobos» conseguiram nos últimos anos. Asseguraram, hoje, "a última vaga no Mundial, a realizar em Setembro, onde serão os únicos amadores a participar". Paulatinamente, Portugal, aproxima-se dos melhores nas várias actividades desportivas e, ao contrário do que acontecia amiúde no passado, concretiza objectivos, não falhando na "hora H".Não sou grande seguidor do râguebi, mas sempre gostei de ver a Nova Zelândia jogar. Será um grande e merecido prémio para estes "lobos" jogarem num Mundial, por direito próprio (Grupo C, com Nova Zelândia, Escócia, Itália e Roménia) com os "All Blacks".
uma bonita história
Seja de quem for, é o tipo de história que gosto! Mas tem mais “salero” quando são portugueses.Uma história de gente que acredita e que arrisca (fez com que a “família - pai, mãe e dois irmãos gémeos - mudasse totalmente a vida, vendesse tudo e rumasse a Bradenton, Florida, nos Estados Unidos, para apostar forte na carreira da filha”).
Uma história de gente que trabalha para concretizar os sonhos (“é sempre a primeira no treino e a última a sair”). Uma história de campeões.
“Michelle Larcher de Brito, 14 anos. Portuguesa. Tenista que na quarta-feira venceu, em duas horas, Meghann Shaughnessy, 43.ª jogadora do ranking mundial, na jornada inaugural do torneio de Miami, o mais importante fora dos Grand Slam, precisamente na sua estreia em torneios WTA.”Michelle Brito…Felicidades!
sexta-feira, março 23, 2007
Parabéns!
A Universidade do Porto tem vindo a intensificar os seus laços com a cidade. É bonito e muito importante para a cidade e região norte.Está de parabéns pelo 96º aniversário a maior universidade do país que se assumiu "como uma instituição de vanguarda ao nível europeu e quer intensificar os seus laços com o tecido empresarial da região".
Se a manhã foi feita de solenidades, à tarde a festa saiu à rua, com diversas iniciativas na Praça de Gomes Teixeira.
quinta-feira, março 22, 2007
O Engenheiro Independente...
Engº, Dr. ou Arqº é coisa que pouco afecta. O que é de interesse público saber é se mente sobre as suas habilitações e fabrica CV´s. Até prova em contrário é inocente, como qualquer outro cidadão, mas que é de interesse público saber, lá isso é...
Como diria o bom do povo (se pudesse!): "quem mente sobre quem é..."
quarta-feira, março 21, 2007
Belmiro de Azevedo!
Belmiro de Azevedo, claramente o maior e melhor empresário português, cederá no próximo dia 3 de Maio ao filho Paulo a liderança executiva do Grupo SONAE.
Belmiro de Azevedo merece um lugar especial na história, não só porque transformou uma pequena unidade industrial (SONAE = Sociedade Nacional de Estratificados, Sarl) num grupo multinacional, mas porque o fez trilhando um caminho alicerçado na competência e no mérito. E isso é de destacar num país que pensa pequenino e muitas vezes medíocre, como o seria em qualquer parte do mundo.
Belmiro de Azevedo representa muito daquela imagem do homem do Norte: empreendedor, determinado, rigoroso, trabalhador, por vezes teimoso e agreste, homem de família e de gostos simples, que não ostenta o dinheiro que tem e a quem o dinheiro não subiu à cabeça. De quem sabe que o dinheiro custa a ganhar, e como tal o respeita, investindo-o e criando riqueza, não o desbaratando. Um homem do Porto cidade, e do Porto clube, mas principalmente um homem do mundo, como o são os verdadeiros empreendedores do Norte, para quem o trabalho constitui não um fardo mas motivo de orgulho.
Paulo Azevedo teve a sorte de nascer filho de quem nasceu, mas teve o mérito de merecer e conquistar o lugar que agora é dele. Que tenha boa sorte, pois sucesso da SONAE é sucesso para milhares de pessoas e para o país.
Sou pouco de elogios e menos ainda de “heróis”, pois heróis mesmo são aqueles que trabalham uma vida de sol a sol para honradamente sustentarem as suas famílias. Mas só um país pequenino, que recuso acreditar ser Portugal, não reconhece valor a alguém como Belmiro de Azevedo.
terça-feira, março 20, 2007
hoje a TV, amanhã...
Passo a passo, com o método próprio de quem sabe onde quer chegar, o “governo da nação” trilha o caminho...Feliz do povo que tem quem lhe cuide de “satisfazer as necessidades formativas, informativas, culturais e recreativas”
sábado, março 03, 2007
Um dia, para mais altos voos!



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Um senhor, hoje, voltou à sua casa.
Outro senhor, estava lá para o receber.
Fizeram parte do seu passado, farão parte do seu futuro.
Gandas malucos, estes americanos
"o irmão do presidente norte-americano defende a competitividade, um sistema generalizado de avaliação e uma cultura de exigência como chaves do sucesso da sua reforma.
"É preciso mais competição para aumentar a qualidade, mais avaliação para apurar a eficácia e medir os resultados para recompensar o sucesso e inverter o fracasso"
Jeb Bush generalizou os exames desde o terceiro ano de escolaridade. Os resultados dos alunos determinam a classificação das escolas e a performance dos professores, sendo que os melhores docentes são premiados anualmente com um subsídio equivalente a 15% dos seus honorários.
Um estabelecimento com nota "F" (a pior) recebe mais apoios - dinheiro e técnicos. Se os maus resultados se tornarem crónicos os pais retiram os filhos da escola.
Os progenitores devem ter conhecimento de todas as avaliações para poderem tomar "decisões informadas"."
Parece que não há utopias perfeitas

Parece que não há "utopias perfeitas". P2, Público de 2 Março.
Parece brincadeira, mas provavelmente é um interessante (novo) mundo para todos os que tentam "perceber" o ser humano e o desenvolvimento das sociedades.
O Second Life tem vindo a crescer, em nº de habitantes, só em 2006, de 100 mil para 2.000.000, e em complexidade, e como todas as comunidades quando crescem, as (velhas) características e ambições do ser humano começam a despertar – poder, status, bondade, inveja, tirania, amizade, saudosismo, individualidade, sentido de comunidade, maldade, vontade de inovar e mudar, vontade de manter tudo como “dantes, quando era bom”…
…o ser humano no seu melhor e no seu pior, em síntese, na sua diversidade, seja no mundo “real” seja no mundo “virtual”, se é que a distinção ainda faz sentido.
Vale a pena seguir o que lá se vai passando, porque tudo acontece mais rápido e porque (por enquanto) as bombas ainda não matam ninguém…
O mau Belmiro e os bons da PT
Parte do país "aplaude" a "vitória" do poder instalado e pouco transparente, do qual a PT e CGD constituem (importante) parte...
- E demoniza quem corre riscos e vai à luta (inclusivé contra um Governo "neutro, que deixou o mercado funcionar" - aquele ministro devia integrar os Gatos!).
Até prova em contrário, Belmiro é o maior empresário português, com um "império" construido muito mais pela competência e mérito do que pela "bajulação" e esquemas com o Estado. Mas neste país, a mediocridade e a inveja estão bem presentes, e muita gente convive mal com o sucesso dos outros...
terça-feira, fevereiro 27, 2007
À procura da liberdade
“We hold these truths to be self-evident, that all men are created equal, that they are endowed, by their Creator, with certain unalienable Rights, that among these are Life, Liberty, and the Pursuit of Happiness”. É a primeira frase do preâmbulo da Declaração da Independência dos Estados Unidos da América, escrita em 1776.
O "direito à procura da liberdade" foi a feliz expressão cunhada por Thomas Jefferson para descrever o direito de todo o indivíduo de não ser forçosamente impedido de orientar a sua vida, de acordo com os seus próprios princípios, e pelos seus próprios meios, ou meios legitimamente adquiridos. É um excelente resumo do que é o liberalismo.
Se todos os indivíduos são diferentes entre si, e se o Estado os trata de forma igual, surgem e multiplicam-se as "desigualdades”. Para criar "igualdade", o Estado precisa que os indivíduos não sejam inteiramente livres, que os cidadãos não sejam inteiramente tratados por igual, e que o poder político possa intervir na vida das pessoas, tantas vezes quantas as necessárias para tentar materializar a prometida sociedade "justa”.Hoje em dia, a parte mais importante da "felicidade" do cidadão é "garantida" pelo Estado. Do berço ao túmulo, o cidadão médio é arregimentado para entregar ao Estado metade da riqueza que produz: é obrigado a dedicar metade da sua vida do dia-a-dia à procura da "felicidade" do Estado Social. Que recebe em troca? A "garantia" de saúde, educação, segurança social, e alguns mais "direitos sociais", numa embalagem de tamanho único, mas sobretudo irrecusável. E nenhuma liberdade para aplicar os seus impostos– melhor dito, o fruto do seu trabalho, melhor dito, a sua propriedade privada– naquilo que necessita, naquilo que acredita, naquilo que o distingue de mais uma peça na engrenagem estatal.
Impõe-se recolocar o direito à "procura da felicidade" no centro das políticas públicas...importa regredir o megalómano e intrusivo Estado Social para um sistema politico-administrativo limitado nas suas funções, para que não possa atropelar o indivíduo em nome de ideologias fraudulentas.
para aprender com o Alberto
assim que mal pergunte, alguém perguntou ao "Governo" o que "ele" queria?
domingo, fevereiro 25, 2007
Este homem é do Norte!
“A direita portuguesa desdenha o «sabor a liberdade»; hoje, bem como ontem - e temo bem que amanhã -, a direita conservadora nacional não gosta de nenhum dos paladares da liberdade; julga-a um luxo ou um perigoso resvalamento para o afrouxamento dos valores seguros e reconhecidos nas suas rotinas existenciais."
"E depois, em Portugal, não há «direita liberal». Há, sim, meia-dúzia de bem intencionados, carregadinhos de wishful thinking, mais ou menos inconsequentes e desejosos que essa miragem se possa concretizar. Mas estão, inapelavelmente perdidos num imenso mar de conservadores imobilistas, proteccionistas e, para meu próprio espanto recente, de salazaristas mal camuflados…”
“E, falar de «...ousadia golpe de asa e irreverência...» a propósito de gente que já nasceu irremediavelmente velha, acomodada e que nem sonha em poder mudar, confesso, até me pareceria risível se não fosse trágico.”
PNAAEI! novo plano para a felicidade...

“a instrução é europeia: a igualdade entre homens e mulheres deve ser transversal...” e, segundo o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, “tudo é avaliado sob o impacte de género” (bonito o português, língua em uma parvoíce destas soa bem!)
Assim, poupando os pormenores, como noticiava o Público de 23fev, vamos ter o “camião TIR da igualdade recheado de material didáctico sobre as diversas discriminações” a “percorrer o país para falar de igualdade, com paragens de uma semana em várias localidades...”, assim tipo: é pegar freguês, que está fresquinha, a igualdade para "todos" os géneros, é pegar freguês que é coisa boa, e quem paga é o contribuinte…
PNAAEI!!!...ou mais uma história do “género” do dinheirinho que não custa a ganhar…
A regionalização e o Alberto
Um "mero exercício mental" que vale a pena fazer.Sempre que se fala em regionalização, os arautos do centralismo atiram com o fantasma do Alberto (João Jardim) e da “desgraça” que este é para a Madeira e, por analogia, seria para o país, caso tivéssemos sete em vez de um. Dizem como seria mau tê-los ao comando das regiões a governar este "pobre povo" que, como repetidamente lembram, é incompetente para exercer o direito (e responsabilidade) de escolher os seus líderes.
Ora, o AJJ é para o bem e para o mal (e só os Madeirenses o podem dizer com justiça) o resultado de um país centralista, não um exemplo de regionalização. O AJJ “faz obra” não com os impostos que cobra ao “seu povo” mas com o que “saca ao contenente”. E, honra lhe seja feita, percebeu desde cedo que perante um governo central que "tudo" controla a única maneira de conseguir os recursos financeiros que deseja para a sua região (e que não lhe deviam ter sido dados!) era pela chantagem e medo que conseguisse impor aos “cubanos” sedeados em Lisboa. E fê-lo magistralmente, pois todos (parece que -a ser verdade- tal vai acabar com este governo) lhe deram o que ele “exigiu”, uns pelos votos que temiam perder, outros por mera covardia. AJJ percebeu que o seu “povo” nunca o penalizaria, por mais diatribes que fizesse, se mostrasse capacidade de melhorar a vida das pessoas na Madeira, o que claramente conseguiu. E muito menos se o fizesse com dinheiro que não saia do bolso dos Madeirenses mas do bolso dos “cubanos” (do meu também!). Quanto ao AJJ, estamos conversados. Que lhes faça bom proveito, aos Madeirenses e Porto Santenses.
Se neste país, até hoje governado por um “Soba” em Lisboa, existissem regiões onde os seus eleitos fizessem “obra” com as receitas dos impostos cobrados regionalmente, função da riqueza aí produzida, o povo certamente seria mais interventivo na vida pública, exigente em relação aos políticos que elegia e em relação à forma como o seu dinheiro era gasto. E depois, fazer boas ou más escolhas é direito que assiste a todos nós, como a todos deveriam ser creditados os ganhos das boas e as perdas das más decisões.
Eu novamente votaria SIM, agora muito mais seguro que essa é a única forma deste país melhorar, que para pior já chega assim.
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Qual José, qual carapuça!
Custa contrariar dois portistas deste calibre, este e este, mas eu cá estive no Dragão, junto com 50.215, não para ver porra nenhuma de José, Mourinho ou outro qualquer. Mas sim para ver o Futebol Clube do Porto! Concordo é com este e com a premonição...deste!Quero lá saber da genialidade da representação. Quero lá saber se “salta do banco, cola-se à linha, gesticula, grita, pula…”…não foi para isso que lá fui, como nunca é, foi para ver o Futebol Clube do Porto num “palco empolgante, o mais belo estádio do Mundo inundado pela chama azul e branca, uma catarata de emoções, um orgulho desmedido...”
Nisto do Futebol (Clube do Porto) não existe espaço para essa coisa da racionalidade, isso é para assuntos menores como os da economia em geral e da vida em particular. Nisto do Futebol (Clube do Porto), gajo que é gajo, não vai ao Dragão para ver o José…ora porra!
Para espectáculo, triste, já nos chega ver o Fucile, o Postiga e o Adriano. Um gajo decente, perante esta infelicidade, não punha do outro lado o Ricardo Carvalho, o Terry, o Essien, o Robben, o Schevchenko e o Drogba. Isto era coisa para ser proibido por decreto!
E depois tem outra coisa! Se o Massimo Busacca fosse de boa cepa inventava um penalty, e repetia-o as vezes necessárias até compensar a injustiça de “ver um miúdo, que farto de falar sozinho, explodiu. Genial. Sublime. Cínico. Petr Cech, o gigante da baliza visitante, quase fracturou a coluna ao tentar acompanhar a viagem do couro com o olhar. Quaresma já sorria, pronto a correr, certo de que teria de assinar mais um quadro inebriante. O ferro matou-lhe a obra.”
Fui isso sim, como sempre, para os ver levar 3…secos”
Qual José, qual carapuça!
terça-feira, fevereiro 20, 2007
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
respondendo ao desafio
Nos tempos em que sonhava marcar golos vestido de azul e branco... último jogo do campeonato, lampiões 1 ponto à frente, no seu campo, último minuto do tempo extra... após um remate à trave do Dragão, um rápido contra-ataque nosso culmina com um centro tenso para o meio da área, onde eu recebo a bola no peito, pico por cima dos centrais, rodo sobre eles e, antes mesmo que 6.000.000 percebam o que se está a passar, rebento um petardo no ângulo superior direito… após o que o shôr árbitro, no mesmo milésimo de segundo em que meio país se cala, termina o jogo com o título entregue ao Dragão!!!"Que bonito é, as bandeiras tremulando, a torcida delirando, vendo a rede balançar", grita "É Golo! Goooolo! Um «tiro» fulminante!
O mundo de pernas para o ar...

A coisa, assim em Português à moda da minha terra, é mais ou menos assim: Existiam "pra cima de um milhão" de empresas privadas, que construíam em Lisboa. Com os impostos recebidos, fez-se uma empresa pública para lhes fazer concorrência...para fazer o mesmo, mas com o dinheiro delas. Confuso! Pois é!
Parece que, agora, existem suspeitas de corrupção a pairar sobre a empresa..., no entanto o Bastonário da Ordem dos Engenheiros acha que "a EPUL está a ser utilizada como arma de arremesso político", o que sempre é de alguma utilidade...
Porquê tanto ódio ao liberalismo?
Porque será que existe tanto ódio por uma corrente, o liberalismo, que proclama como objectivo do governo a preservação da liberdade individual.
Um corrente, definida por Fernando Pessoa como “a doutrina que mantém que o indivíduo tem o direito de pensar o que quiser, de exprimir o que pensa como quiser, e de pôr em prática o que pensa como quiser, desde que essa expressão ou essa prática não infrinja directamente a igual liberdade de qualquer outro indivíduo”.
Será mau defender que cada um tem o direito, e a responsabilidade, de tratar da sua vida e a dos seus, que cada um tem o direito de usufruir do fruto do seu trabalho da forma que considere mais adequada.
Será porque a maior parte das pessoas, usando como desculpa o bem comum, na verdade tem é medo de ficar por sua conta e risco?
Pergunto?
terça-feira, fevereiro 13, 2007
participação eleitoral
João Miranda, após um mau período, regressa em boa forma:"Numa Democracia, a baixa participação eleitoral é um sinal de bom funcionamento das instituições. Logo à partida garante que nada de verdadeiramente importante está em causa nas eleições, que os cidadãos conseguem viver a sua vida sem precisarem da política para resolver os seus problemas.
Mais preocupantes são as democracias em que se tenta "corrigir" a baixa participação com mecanismos, como o voto obrigatório ou o voto electrónico à distância, que levam às urnas eleitores que se interessam tão pouco pela coisa pública que só votam porque é cómodo ou porque caso contrário seriam multados.
Estes eleitores são dispensáveis porque, não se interessando o suficiente por política, tenderão a aderir às facções mais superficiais e populistas."
está muito melhor, o Público!
O Público,versão papel está bem melhor. Muito melhor!
E, ao contrário da minha “dedução”, ontem, o seu melhor "comentador", Vasco Pulido Valente, lá estará entre Sexta e Domingo, na última página.
Assim, sim!
(nota: pena o P não ser azul...com listas brancas...)
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
melhor Público!
O Público,versão papel está bem melhor.
Não se compreende é que o seu melhor "comentador", Vasco Pulido Valente, tenha saído. Espero que, entretanto, volte à blogosfera, com "O Espectro". Ou, se não estiver para aí virado, diga, pois este e muitos outros blogs certamente darão espaço para as suas opiniões.
Tirando este (importante) aspecto, está bem melhor, lá isso está.
sábado, fevereiro 10, 2007
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
I dream of ...
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
hoje, retrato de um país (sem) Norte
Gente da universidade e das empresas para quem vem ai mais do mesmo, dinheiro a que pensam (e alguns sabem) conseguir "meter a mão", outros que, mais do que dinheiro, procuram lá encontrar uma réstia de "importância" auto-atribuída, num triste exercício de pobre existência, e muitos outros que continuam, dia a dia, a trabalhar para melhorar a sua vida e a vida dos seus, e cujo somatório vai fazendo deste Norte, e deste país, uma permanente esperança.
Quando é que chega o dia (já sei, nunca!) em que percebemos que a solução, se é que existe, está em libertar a economia, e as suas forças positivas, do espartilho do estado, e que nesse dia empresas, universidades, autarquias, etc, levarão a cabo os seus projectos em ambiente de liberdade concorrencial e aí, sem "estratégia" definida, o Norte ganha Norte.
Quando é que chega o dia (já sei, nunca!) em que percebemos que não é pela oferta voluntarista, muitas vezes ignorante e arrogante, que não é fazendo "auto-estradas no Douro que ninguém que lá vive pediu, destruindo o que é, por quem lá vive, amado", como muito bem disse Francisco Olazabal, Enólogo e Empresário, mas sim possibilitando o aparecimento de “modelos” suportados na procura, que o Norte ganha Norte.
Mas como nem tudo é mau, e se na parte da manhã o tédio imperava, no início da tarde valeu a pena a ida à Alfândega, mais não fosse para ouvir Mário Rui Silva (Faculdade de Economia da UP), Joaquim Azevedo (Presidente do Centro Regional do Porto da UCP), Marques dos Santos (Reitor da Universidade do Porto), Rui Reis (Universidade do Minho), Francisco Olazabal (Enólogo e Empresário) e Luís Portela (Presidente da BIAL, moderados por Artur Santos Silva (Presidente do Conselho de Administração do BPI) a falar no pomposo, mas útil, painel "Os Grandes Desafios para a Região do Norte".
Não foi por eles que o Norte ganhou Norte, mas sempre se viu algum do Norte com Norte.
"Realidades sociais"
Entrevista ao Marcola o líder do PCC, chefe dos "gangs" brasileiros que puseram S. Paulo a ferro e fogo, dada ao Jornal O GLOBO a Arnaldo Jabor
---- "Você é do PCC?"
- Mais que isso, eu sou um sinal de novos tempos. Eu era pobre e invisível... vocês nunca me olharam durante décadas... E antigamente era mole resolver o problema da miséria... O diagnóstico era óbvio: migração rural, desnível de renda, poucas favelas, ralas periferias. A solução que nunca vinha... Que fizeram? Nada. O governo federal alguma vez alocou uma verba para nós? Nós só aparecíamos nos desabamentos no morro ou nas músicas românticas sobre a "beleza dos morros ao amanhecer", essas coisas... Agora, estamos ricos com a multinacional do pó. E vocês estão morrendo de medo... Nós somos o início tardio de vossa consciência social... Viu? Sou culto...Leio Dante na prisão...
- Mas... A solução seria...
- Solução? Não há mais solução, cara... A própria ideia de "solução" já é um erro. Já olhou o tamanho das 560 favelas do Rio? Já andou de helicóptero por cima da periferia de São Paulo? Solução como? Só viria com muitos bilhões de dólares gastos organizadamente, com um governante de alto nível, uma imensa vontade política, crescimento económico, revolução na educação, urbanização geral; e tudo teria de ser sob a batuta quase que de uma "tirania esclarecida", que pulasse por cima da paralisia burocrática secular, que passasse por cima do Legislativo cúmplice (Ou você acha que os 287 sanguessugas vão agir? Se bobear, vão roubar até o PCC...) e do Judiciário, que impede punições. Teria de haver uma reforma radical do processo penal do país, teria de haver comunicação e inteligência entre polícias municipais, estaduais e federais (nós fazemos até Conference Calls entre presídios...) E tudo isso custaria bilhões de dólares e implicaria numa mudança psicossocial profunda na estrutura política do país. Ou seja: é impossível. Não Há solução.
- Vocês não têm medo de morrer?
- Você é que têm medo de morrer, eu não. Aliás, aqui na cadeia vocês não podem entrar e me matar... Mas eu posso mandar matar vocês lá fora... Nós somos homens-bomba. Na favela tem cem mil homens-bomba... Estamos no centro do Insolúvel, mesmo... Vocês no bem e eu no mal e, no meio, a fronteira da morte, a única fronteira. Já somos uma outra espécie, já somos outros bichos, diferentes de vocês. A morte para vocês é um drama cristão numa cama, no ataque do coração... A morte para nós é o presunto diário, desovado numa vala... Vocês intelectuais não falavam em luta de classes, em "seja marginal, seja herói"? Pois é: chegamos, somos nós! Ha, ha...Vocês nunca esperavam esses guerreiros do pó, né? Eu sou inteligente. Eu leio, li 3.000 livros e leio Dante... Mas meus soldados todos são estranhas anomalias do desenvolvimento torto desse país.Não há mais proletários, ou infelizes ou explorados. Há uma terceira coisa crescendo aí fora, cultivado na lama, se educando no absoluto analfabetismo, se diplomando nas cadeias, como um monstro Alien escondido nas brechas da cidade. Já surgiu uma nova linguagem. Vocês não ouvem as gravações feitas "com autorização da Justiça"? Pois é. É outra língua.Estamos diante de uma espécie de pós-miséria. Isso. A pós-miséria gera uma nova cultura assassina, ajudada pela tecnologia, satélites, celulares, Internet, armas modernas.É a merda com chips, com megabytes. Meus comandados são uma mutação da espécie social, são fungos de um grande erro sujo.
- O que mudou nas periferias?
- Grana. A gente hoje tem. Você acha que quem tem US$40 milhões como o Beira-Mar não manda? Com 40 milhões a prisão é um hotel, um escritório...Qual a polícia que vai queimar essa mina de ouro, tá ligado? Nós somos uma empresa moderna, rica. Se funcionário vacila, é despedido e jogado no "microondas"... ha, ha...Vocês são o Estado quebrado, dominado por incompetentes. Nós temos métodos ágeis de gestão. Vocês são lentos e burocráticos. Nós lutamos em terreno próprio. Vocês, em terra estranha. Nós não tememos a morte. Vocês morrem de medo. Nós somos bem armados. Vocês vão de três-oitão. Nós estamos no ataque. Vocês, na defesa. Vocês têm mania de humanismo. Nós somos cruéis, sem piedade Vocês nos transformam em superstars do crime. Nós fazemos vocês de palhaços. Nós somos ajudados pela população das favelas, por medo ou por amor. Vocês são odiados. Vocês são regionais, provincianos. Nossas armas e produto vêm de agora, somos globais. Nós não esquecemos de vocês, são nossos fregueses. Vocês nos esquecem assim que passa o surto de violência.
- Mas o que devemos fazer?
- Vou dar um toque, mesmo contra mim. Peguem os barões do pó! Tem deputado, senador, tem generais, tem até ex-presidentes do Paraguai nas paradas de cocaína e armas. Mas quem vai fazer isso? O Exército? Com que grana? Não tem dinheiro nem para o rancho dos recrutas... O país está quebrado, sustentando um Estado morto a juros de 20% ao ano, e o Lula ainda aumenta os gastos públicos, empregando 40 mil picaretas. O Exército vai lutar contra o PCC e o CV? Estou lendo o Klausewitz, "Sobre a guerra".Não há perspectiva de êxito... Nós somos formigas devoradoras, escondidas nas brechas... A gente já tem até foguete antitanques... Se bobear, vão rolar uns Stingers aí... Para acabar com a gente, só jogando bomba atómica nas favelas... Aliás, a gente acaba arranjando também "umazinha", daquelas bombas sujas mesmo... Já pensou? Ipanema radioactiva?
- Mas... não haveria solução?
- Vocês só podem chegar a algum sucesso se desistirem de defender a "normalidade". Não há mais normalidade alguma. Vocês precisam fazer uma autocrítica da própria incompetência. Mas vou ser franco... na boa... na moral... Estamos todos no centro do Insolúvel. Só que nós vivemos dele e vocês... não têm saída. Só a merda. E nós já trabalhamos dentro dela. Olha aqui, mano, não há solução. Sabem por quê? Porque vocês não entendem nem a extensão do problema.Como escreveu o divino Dante: "Lasciate ogni speranza voi che entrate!" - Percam todas as esperanças. Estamos todos no inferno."
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Estado (in)decente
Numa sociedade decente, o Estado CUSTA aos cidadãos uma % razoável do seu esforço, sob a forma de impostos. O contrato implícito entre cidadãos e Estado no pagamento desses impostos é o de que os primeiros (cidadãos) vão pagar ao segundo (Estado) para que este lhos devolva (aos cidadãos) sob a forma de serviços que sózinhos (os cidadãos) não conseguiriam garantir (ex. Segurança Pública, Justiça, etc). Está também implicíto nesse contrato que o Estado organiza a prestação desses serviços de forma espartana e eficiente (Valor X). Assim, TODOS devem pagar impostos, e fugir ao seu pagamento é altamente reprovável;
Numa sociedade indecente, como é e será cada vez mais a nossa, o Estado não cobra mas ROUBA os cidadãos, pois obriga-os a pagar muito mais do que seria razoável, não para lhes devolver o cobrado sob a forma de serviços, mas para se alimentar, para alimentar as “suas” megalomanias e para empregar cada vez mais pessoas, cujo benefício para os cidadãos que os estão a sustentar não justifica de forma alguma o que pagam. (Valor Y);
Quando o Estado cobra para além do Valor X, este excesso (um Valor Z = Y-X), a fuga aos impostos aumenta e são muito menos ladrão os que fogem (ganharam o dinheiro com o seu trabalho) do que aquele (Estado) que, sem razão e sem direito, lhos quer cobrar.
E é muito melhor empregue o dinheiro que fica com os cidadãos, pois parte é reinvestido e não deitado ao lixo em megalomanias como as OTA´s e os TGV´s, delírios que não só não trazem riqueza, como contribuem para o empobrecimento sistemático do país, hipotecam as gerações futuras e não servem para porra nenhuma.
sábado, fevereiro 03, 2007
Internet, fabulosa ferramenta
VPV na RTP, isto sim é serviço público:
- mms://195.245.176.20//rtpfiles/videos/auto/portugalde/portugde_30012007.wmv
o meu obrigado ao Gabriel
nem ia voltar ao tema, mas
"No ranking mundial dos melhores clubes de sempre, divulgado pela Federação Internacional de História e Estatística, o FC Porto surge na 12ª posição, numa lista comandada pelo Barcelona. Os portistas têm 122 pontos, a apenas quatro do décimo, o Ajax, de Amesterdão.
Há mais dois clubes portugueses, na lista de 109: o Benfica, no 37º posto, e o Boavista, no 108º." hoje, no Jogo on-line
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
paga um gajo tanto imposto
este dispensa comentários
Agora, se olharmos para 18 meses atrás verificamos que o Estado, em IVA e ISP, arrecadava 72,3 cêntimos, a OPEP 27 cêntimos e todo o processo de transporte, refinação e distribuição ficava com 24,2 cêntimos."
Norte não vai esquecer a regionalização
"A falta de autonomia política das regiões é um dos entraves ao desenvolvimento económico que está a prejudicar, designadamente, o Norte de Portugal.", Presidente da CCDR-N
sempre a imitar ou outros
mas quando têm mesmo, mas mesmo, boas ideias, ninguém faz nada... e depois bem a conversa de que "estamos na cauda da europa", que "não se pode confiar nas políticas", que "blá, blá, blá", pois...
- "Mara Carfagna, a jovem e bela deputada...apareceu nua na última página do jornal desportivo "AS". A deputada italiana ...", hoje no JN
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