segunda-feira, fevereiro 12, 2007

melhor Público!

O Público,versão papel está bem melhor.

Não se compreende é que o seu melhor "comentador", Vasco Pulido Valente, tenha saído. Espero que, entretanto, volte à blogosfera, com "O Espectro". Ou, se não estiver para aí virado, diga, pois este e muitos outros blogs certamente darão espaço para as suas opiniões.

Tirando este (importante) aspecto, está bem melhor, lá isso está.

sábado, fevereiro 10, 2007

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

I dream of ...

Some men see things as they are and ask why. I dream of things that never were, and ask why not"
George Bernard Shaw

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

hoje, retrato de um país (sem) Norte


Hoje, "o Norte" rumou à Alfândega, onde decorria o "seminário dos milhões", promovido pela CCDR-N. Lá estava o "Norte todo” e, mais do que isso, lá estava "todo um país", o "velho" e o "novo", o "estatista" e o "empreendedor", o "calimero" e o "aventureiro".

Gente da universidade e das empresas para quem vem ai mais do mesmo, dinheiro a que pensam (e alguns sabem) conseguir "meter a mão", outros que, mais do que dinheiro, procuram lá encontrar uma réstia de "importância" auto-atribuída, num triste exercício de pobre existência, e muitos outros que continuam, dia a dia, a trabalhar para melhorar a sua vida e a vida dos seus, e cujo somatório vai fazendo deste Norte, e deste país, uma permanente esperança.
Muitos, uns cinicamente outros genuinamente, continuam a acreditar na força do voluntarismo, na ingénua ideia de que agora é que vai ser, agora que aprendemos com os erros do passado, agora que vamos definir "a estratégia" (sempre a ilusão estratégica, como se o Norte estivesse sem Norte e só a estratégia redentora o salvasse), agora é que vamos reformar, desburocratizar e descentralizar (esta foi piada, pois ninguém acredita) e, finalmente, é agora que vamos encontrar "o nosso querido líder", o que nos vai guiar para os amanhãs que cantam.

Quando é que chega o dia (já sei, nunca!) em que percebemos que a solução, se é que existe, está em libertar a economia, e as suas forças positivas, do espartilho do estado, e que nesse dia empresas, universidades, autarquias, etc, levarão a cabo os seus projectos em ambiente de liberdade concorrencial e aí, sem "estratégia" definida, o Norte ganha Norte.

Quando é que chega o dia (já sei, nunca!) em que percebemos que não é pela oferta voluntarista, muitas vezes ignorante e arrogante, que não é fazendo "auto-estradas no Douro que ninguém que lá vive pediu, destruindo o que é, por quem lá vive, amado", como muito bem disse Francisco Olazabal, Enólogo e Empresário, mas sim possibilitando o aparecimento de “modelos” suportados na procura, que o Norte ganha Norte.

Mas como nem tudo é mau, e se na parte da manhã o tédio imperava, no início da tarde valeu a pena a ida à Alfândega, mais não fosse para ouvir Mário Rui Silva (Faculdade de Economia da UP), Joaquim Azevedo (Presidente do Centro Regional do Porto da UCP), Marques dos Santos (Reitor da Universidade do Porto), Rui Reis (Universidade do Minho), Francisco Olazabal (Enólogo e Empresário) e Luís Portela (Presidente da BIAL, moderados por Artur Santos Silva (Presidente do Conselho de Administração do BPI) a falar no pomposo, mas útil, painel "Os Grandes Desafios para a Região do Norte".

Não foi por eles que o Norte ganhou Norte, mas sempre se viu algum do Norte com Norte.

"Realidades sociais"

via Alexandre Burmester, em "A Baixa do Porto" cheguei a este texto, que não consegui confirmar na fonte. Mas se não é verdade, podia perfeitamente e vale a pena ler e reflectir, se é que tem "reflexão" possível:

Entrevista ao Marcola o líder do PCC, chefe dos "gangs" brasileiros que puseram S. Paulo a ferro e fogo, dada ao Jornal O GLOBO a Arnaldo Jabor

---- "Você é do PCC?"
- Mais que isso, eu sou um sinal de novos tempos. Eu era pobre e invisível... vocês nunca me olharam durante décadas... E antigamente era mole resolver o problema da miséria... O diagnóstico era óbvio: migração rural, desnível de renda, poucas favelas, ralas periferias. A solução que nunca vinha... Que fizeram? Nada. O governo federal alguma vez alocou uma verba para nós? Nós só aparecíamos nos desabamentos no morro ou nas músicas românticas sobre a "beleza dos morros ao amanhecer", essas coisas... Agora, estamos ricos com a multinacional do pó. E vocês estão morrendo de medo... Nós somos o início tardio de vossa consciência social... Viu? Sou culto...Leio Dante na prisão...
###
- Mas... A solução seria...
- Solução? Não há mais solução, cara... A própria ideia de "solução" já é um erro. Já olhou o tamanho das 560 favelas do Rio? Já andou de helicóptero por cima da periferia de São Paulo? Solução como? Só viria com muitos bilhões de dólares gastos organizadamente, com um governante de alto nível, uma imensa vontade política, crescimento económico, revolução na educação, urbanização geral; e tudo teria de ser sob a batuta quase que de uma "tirania esclarecida", que pulasse por cima da paralisia burocrática secular, que passasse por cima do Legislativo cúmplice (Ou você acha que os 287 sanguessugas vão agir? Se bobear, vão roubar até o PCC...) e do Judiciário, que impede punições. Teria de haver uma reforma radical do processo penal do país, teria de haver comunicação e inteligência entre polícias municipais, estaduais e federais (nós fazemos até Conference Calls entre presídios...) E tudo isso custaria bilhões de dólares e implicaria numa mudança psicossocial profunda na estrutura política do país. Ou seja: é impossível. Não Há solução.

- Vocês não têm medo de morrer?
- Você é que têm medo de morrer, eu não. Aliás, aqui na cadeia vocês não podem entrar e me matar... Mas eu posso mandar matar vocês lá fora... Nós somos homens-bomba. Na favela tem cem mil homens-bomba... Estamos no centro do Insolúvel, mesmo... Vocês no bem e eu no mal e, no meio, a fronteira da morte, a única fronteira. Já somos uma outra espécie, já somos outros bichos, diferentes de vocês. A morte para vocês é um drama cristão numa cama, no ataque do coração... A morte para nós é o presunto diário, desovado numa vala... Vocês intelectuais não falavam em luta de classes, em "seja marginal, seja herói"? Pois é: chegamos, somos nós! Ha, ha...Vocês nunca esperavam esses guerreiros do pó, né? Eu sou inteligente. Eu leio, li 3.000 livros e leio Dante... Mas meus soldados todos são estranhas anomalias do desenvolvimento torto desse país.Não há mais proletários, ou infelizes ou explorados. Há uma terceira coisa crescendo aí fora, cultivado na lama, se educando no absoluto analfabetismo, se diplomando nas cadeias, como um monstro Alien escondido nas brechas da cidade. Já surgiu uma nova linguagem. Vocês não ouvem as gravações feitas "com autorização da Justiça"? Pois é. É outra língua.Estamos diante de uma espécie de pós-miséria. Isso. A pós-miséria gera uma nova cultura assassina, ajudada pela tecnologia, satélites, celulares, Internet, armas modernas.É a merda com chips, com megabytes. Meus comandados são uma mutação da espécie social, são fungos de um grande erro sujo.

- O que mudou nas periferias?
- Grana. A gente hoje tem. Você acha que quem tem US$40 milhões como o Beira-Mar não manda? Com 40 milhões a prisão é um hotel, um escritório...Qual a polícia que vai queimar essa mina de ouro, tá ligado? Nós somos uma empresa moderna, rica. Se funcionário vacila, é despedido e jogado no "microondas"... ha, ha...Vocês são o Estado quebrado, dominado por incompetentes. Nós temos métodos ágeis de gestão. Vocês são lentos e burocráticos. Nós lutamos em terreno próprio. Vocês, em terra estranha. Nós não tememos a morte. Vocês morrem de medo. Nós somos bem armados. Vocês vão de três-oitão. Nós estamos no ataque. Vocês, na defesa. Vocês têm mania de humanismo. Nós somos cruéis, sem piedade Vocês nos transformam em superstars do crime. Nós fazemos vocês de palhaços. Nós somos ajudados pela população das favelas, por medo ou por amor. Vocês são odiados. Vocês são regionais, provincianos. Nossas armas e produto vêm de agora, somos globais. Nós não esquecemos de vocês, são nossos fregueses. Vocês nos esquecem assim que passa o surto de violência.

- Mas o que devemos fazer?
- Vou dar um toque, mesmo contra mim. Peguem os barões do pó! Tem deputado, senador, tem generais, tem até ex-presidentes do Paraguai nas paradas de cocaína e armas. Mas quem vai fazer isso? O Exército? Com que grana? Não tem dinheiro nem para o rancho dos recrutas... O país está quebrado, sustentando um Estado morto a juros de 20% ao ano, e o Lula ainda aumenta os gastos públicos, empregando 40 mil picaretas. O Exército vai lutar contra o PCC e o CV? Estou lendo o Klausewitz, "Sobre a guerra".Não há perspectiva de êxito... Nós somos formigas devoradoras, escondidas nas brechas... A gente já tem até foguete antitanques... Se bobear, vão rolar uns Stingers aí... Para acabar com a gente, só jogando bomba atómica nas favelas... Aliás, a gente acaba arranjando também "umazinha", daquelas bombas sujas mesmo... Já pensou? Ipanema radioactiva?

- Mas... não haveria solução?
- Vocês só podem chegar a algum sucesso se desistirem de defender a "normalidade". Não há mais normalidade alguma. Vocês precisam fazer uma autocrítica da própria incompetência. Mas vou ser franco... na boa... na moral... Estamos todos no centro do Insolúvel. Só que nós vivemos dele e vocês... não têm saída. Só a merda. E nós já trabalhamos dentro dela. Olha aqui, mano, não há solução. Sabem por quê? Porque vocês não entendem nem a extensão do problema.Como escreveu o divino Dante: "Lasciate ogni speranza voi che entrate!" - Percam todas as esperanças. Estamos todos no inferno."

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Estado (in)decente

Numa sociedade decente, o Estado CUSTA aos cidadãos uma % razoável do seu esforço, sob a forma de impostos. O contrato implícito entre cidadãos e Estado no pagamento desses impostos é o de que os primeiros (cidadãos) vão pagar ao segundo (Estado) para que este lhos devolva (aos cidadãos) sob a forma de serviços que sózinhos (os cidadãos) não conseguiriam garantir (ex. Segurança Pública, Justiça, etc). Está também implicíto nesse contrato que o Estado organiza a prestação desses serviços de forma espartana e eficiente (Valor X). Assim, TODOS devem pagar impostos, e fugir ao seu pagamento é altamente reprovável;

Numa sociedade indecente, como é e será cada vez mais a nossa, o Estado não cobra mas ROUBA os cidadãos, pois obriga-os a pagar muito mais do que seria razoável, não para lhes devolver o cobrado sob a forma de serviços, mas para se alimentar, para alimentar as “suas” megalomanias e para empregar cada vez mais pessoas, cujo benefício para os cidadãos que os estão a sustentar não justifica de forma alguma o que pagam. (Valor Y);

Quando o Estado cobra para além do Valor X, este excesso (um Valor Z = Y-X), a fuga aos impostos aumenta e são muito menos ladrão os que fogem (ganharam o dinheiro com o seu trabalho) do que aquele (Estado) que, sem razão e sem direito, lhos quer cobrar.

E é muito melhor empregue o dinheiro que fica com os cidadãos, pois parte é reinvestido e não deitado ao lixo em megalomanias como as OTA´s e os TGV´s, delírios que não só não trazem riqueza, como contribuem para o empobrecimento sistemático do país, hipotecam as gerações futuras e não servem para porra nenhuma.

sábado, fevereiro 03, 2007

Internet, fabulosa ferramenta

VPV na RTP, isto sim é serviço público:

  • mms://195.245.176.20//rtpfiles/videos/auto/portugalde/portugde_30012007.wmv

o meu obrigado ao Gabriel

nem ia voltar ao tema, mas

FC Porto: 12º melhor clube de sempre

"No ranking mundial dos melhores clubes de sempre, divulgado pela Federação Internacional de História e Estatística, o FC Porto surge na 12ª posição, numa lista comandada pelo Barcelona. Os portistas têm 122 pontos, a apenas quatro do décimo, o Ajax, de Amesterdão.

Há mais dois clubes portugueses, na lista de 109: o Benfica, no 37º posto, e o Boavista, no 108º." hoje, no Jogo on-line

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

paga um gajo tanto imposto

e não há uma alma que diga onde encontrar a entrevista ao VPV na RTP2, esta semana, em dia que já não me lembro...e ainda falam em serviço público!

este dispensa comentários

"Portanto, feitas as contas para cada litro de gasolina, a OPEP arrecada 26 cêntimos, o Estado fica com 81,8 cêntimos e, finalmente, todo o processo de transporte, refinação e distribuição de gasolina fica com 24,3 cêntimos.

Agora, se olharmos para 18 meses atrás verificamos que o Estado, em IVA e ISP, arrecadava 72,3 cêntimos, a OPEP 27 cêntimos e todo o processo de transporte, refinação e distribuição ficava com 24,2 cêntimos."

Norte não vai esquecer a regionalização

é bom que não esqueça mesmo, ou vai ter muito tempo para se arrepender.
"A falta de autonomia política das regiões é um dos entraves ao desenvolvimento económico que está a prejudicar, designadamente, o Norte de Portugal.", Presidente da CCDR-N

sempre a imitar ou outros

mas quando têm mesmo, mas mesmo, boas ideias, ninguém faz nada... e depois bem a conversa de que "estamos na cauda da europa", que "não se pode confiar nas políticas", que "blá, blá, blá", pois...


  • "Mara Carfagna, a jovem e bela deputada...apareceu nua na última página do jornal desportivo "AS". A deputada italiana ...", hoje no JN

logo agora

que 6.000.000 davam os primeiros passos...

chega a má da pantera e come o passarinho,



e depois, como é, quem brinca com o Dragão?

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

"Educação à indiana"


no muito bom A Vida em Deli

"...os estudantes indianos são a “nata”. Não esbanjam fundos comunitários em semestres de intercâmbio Erasmus, para se embebedarem nas noitadas e se orgulharem de não terem posto os pés nas aulas. Aqui, quem não dá o máximo arrisca-se a ser substituído. Mais de 200.000 jovens candidatam-se anualmente ao Indian Institute of Managment de Bangalore. Apenas 250 são aceites. É o reino da competitividade pura, dura e, acima de tudo, justa. (...) Figuras como Zarkaria, Sen, Nooyi e Mittal não são fruto do acaso ou representantes de uma típica elite terceiro-mundista assimilada. Reflectem a emergência indiana por via da educação e simbolizam o sucesso de um sistema flexível, democrático e inovador que, apesar de todas as suas limitações, está a provocar profundos rombos no casco do velho galeão que é a educação na Europa."

por cá, discutimos as medidas dos cabides nas escolas...
vai ser lindo o futuro, vai!

País sem memória

Hoje, Nuno Grande no JN,

“Considerar António Oliveira Salazar entre as dez maiores personalidades portuguesas é uma evidente agressão à memória colectiva do nosso país. É esquecer que impôs uma sociedade inculta e sem perspectivas de progresso..."

O concurso vale o que vale, que é nada. Não nos representa, nem é representativo. Já a opinião sobre Salazar, essa convém ficar registada.

uma espécie de ministro...


Apesar de até concordar com o João Miranda e com o Paulo Gorjão, o que gostaria mesmo era de ter ouvido aquela espécie de ministro da economia a falar à JCD (com "empréstimo" de imagem):
  • "Senhores empresários, por favor, invistam em Portugal. Não há outro país como o nosso. Podem criar a empresa numa hora, mas depois, enquanto aguardam longos anos por dezenas de licenças, autorizações, certidões, permissões, registos, despachos e alvarás, terão a oportunidade única de conhecer detalhadamente o nosso país, as nossas praias e a nossa gastronomia. Garantimo-vos que, se e quando obtiverem as últimas licenças, as primeiras já caducaram, o que vos permitirá criar ligações de amizade perenes com os responsáveis de vários organismos públicos. Vão encontrar dezenas de entidades que não conversam umas com as outras a impor-vos transformações nos vossos projectos, todas elas contraditórias de tal modo que se divertirão imenso a tentar desatar os nós para descobrir uma solução que satisfaça a todas - é como um puzzle, um grande divertimento, em que nunca se sabe se é possível chegar ao fim. Em nenhum outro país encontrarão tantos responsáveis interessados no vosso projecto e com tanta vontade de contribuir para o seu sucesso. Vão afrontar os pequenos poderes de meia dúzia de institutos ambientais, de câmaras municipais em que uns vereadores irão contrariar as decisões do outros, sempre no intuito de vos ajudar. Também terão a colaboração das Juntas de Freguesia, organismos do Ministério da Economia, do Ministério do Trabalho, do Ministério das Finanças, do Instituto de Emprego e de mais mais dúzia de entidades reguladoras que vos darão bastante trabalho durante todo o tempo em que se mantiverem no nosso país. Vão também ter o prazer de encontrar as leis do trabalho mais rígidas da Europa, o que vos permitirá prescindir de uma gestão de recursos humanos moderna. Divertir-se-ão como no cinema com uma autoridade fiscal especializada no paga agora e discute depois, que vos pedirá para liquidar impostos que já pagaram e outros que nunca imaginariam pagar. Poderão surpreender os vossos amigos na China, deixando-os de olhos em bico, descrevendo-lhes as leis tributárias portuguesas, contando-lhes histórias de impostos que eles nunca ouviram falar, como o Imposto de Selo e vangloriarem-se dos métodos utilizados para ultrapassar a legislação mais inibidora do investimento e do desenvolvimento do mundo moderno. Os vossos conterrâneos vão ficar amarelos de inveja quando lhes contarem que em Portugal, não há preocupações com a justiça. Quaisquer problemas legais só serão resolvidos na próxima geração. E finalmente, em Portugal encontrarão os sindicatos mais retrógrados da Europa, que vos ajudarão a encerrar a empresa mais depressa minimizando-vos os prejuízos quando se quiserem ir embora para outro lado qualquer.
Bastaria dizer isto. Qualquer um entenderia que com este cenário, os nossos salários não poderiam ser grande coisa.”
(alguém sabe para que serve um Ministério da Economia?)

bom ser no Porto, pena não ser nos Aliados

o JN, hoje, está catita...

“Antes do Verão, a TMN vai abrir, no Porto, o mais ambicioso espaço comercial de telecomunicações do país. Uma Megastore da empresa vai nascer na Rotunda da Boavista, nas antigas instalações da TAP, um edifício de quatro andares, que, paralelamente à oferta de serviços e produtos da operadora, será palco de eventos culturais, musicais e de negócios.”

o exemplo de um homem



Hélder Pacheco, hoje no JN:


    • “Eis o exemplo de um homem em toda a sua dignidade tenaz, honrado, imaginativo. Um homem que representa o verdadeiro país. Um exemplo autêntico do que agora chamam empreendedorismo”.

tudo na boa...

Hoje, no JN, ficamos a saber que vai ser dado mais um passo, hoje no caminho da centralização, amanhã no da servidão...

“O Governo vai retirar a gestão da Empresa Metro do Porto aos autarcas da região. O JN apurou que o novo modelo de governação, que deve ser apresentado na próxima semana, prevê uma gestão profissionalizada e com controlo maioritário do Estado”

adorei a parte da “gestão profissionalizada”!

e eu, onde é que me inscrevo?

hoje, estou com o Gabriel:

«CLUBE DOS AMIGOS DE MANUEL PINHO - O ministro da Economia nunca nos desilude. Ele é de confiança. Quando Manuel Pinho intervém já sabemos que vai haver borrasca. E eu gosto desta previsibilidade. Dá-nos segurança. Lembra-nos que, nesta época de incertezas, há coisas que não mudam. Uma delas é a trajectória do Sol. Uma outra é o astro Pinho. Certinho como um relógio suíço.» por Paulo Gorjão