“mais do que o despotismo ou a anarquia, o que importa combater é a apatia”, Alexis de Tocqueville
terça-feira, dezembro 05, 2006
estava eu a falar do Ministério da Educação
"Pensa-se que tudo se resolve por leis. Por exemplo: existe um problema de disciplina nas escolas? Faz-se um decreto lei, o problema fica resolvido…”“(Ministério da Educação acabou) de legislar, em Outubro, sobre os cacifos das escolas”. via Tonibler
comentários para quê!!!
Um desafio à Blogosfera Liberal III
Para começar, dar às comunidades a gestão das suas escolas. Não acredito no argumento de que elas não o querem. Bastaria que fosse dada liberdade aos pais para escolherem a escola dos seus filhos e um cheque ensino para “comprarem” a melhor educação, na melhor escola, e não faltariam interessados. Ou seja, crie-se um mercado livre e certamente aparecem boas propostas, com bons projectos educativos.
Permita-se, pela decisão de cada comunidade escolar, a escolha do conselho executivo, e que este possa tomar as decisões adequadas à sua comunidade sobre o projecto educativo a desenvolver e respectivo orçamento. Permita-se que esse orçamento, após aprovação, seja implementado com autonomia, pela equipa dirigente e docente, e não tenho qualquer dúvida que a escola melhora.
Substitua-se o inenarrável “Ministério da Educação” por um Gabinete de apoio à escola, com poucas mas úteis responsabilidades, que funcione como centro de recursos e excelência, em áreas como o desenvolvimento curricular, a inovação pedagógica, a implementação de sistemas de auto-avaliação, ou a elaboração de exames nacionais para cada um dos ciclos de aprendizagem, entre outros.
Permita-se que esse gabinete, junto com universidades e outras instituições competentes, faça a avaliação, e em consequência dessa avaliação, disponibilize recursos humanos e materiais para o apoio às escolas com maiores dificuldades e que, junto com a avaliação pelo Estado, também o mercado faça as suas própias avaliações. Seguramente este processo terá consequências, a melhoria das escolas e do ensino em Portugal.
Mas, deve o Estado sair completamente do sistema?. Eu (mas isto sou eu!) acho que não, e como contribuinte estou disponível a pagar para que, nas àreas onde o mercado não se interesse pela gestão de projectos escolares, o Estado o faça. Para que todos tenham acesso a uma melhor escola para os seus filhos.
Certamente tem muitas falhas esta proposta, e desde já uma importante, à qual um dia voltarei, logo que o tempo o permita: Como é que se passa deste modelo estatista/centralista para um modelo descentralizado e focado no mercado?
domingo, dezembro 03, 2006
Um desafio à Blogosfera Liberal II
“o estado necessário para que cada um escolha o que é importante para si, numa nação que garanta as condições para tal.”
Desculpem lá
"Hoje, na Universidade do Minho, responsáveis governamentais marcarão presença na apresentação do estudo "A Condição Juvenil Portuguesa na Viragem do Milénio"
e deverão anunciar medidas"
Um desafio à Blogosfera Liberal
Assim sendo, a minha proposta é de que, com seriedade, todos os blogs que consideram dever o Estado reduzir o seu peso na economia e na sociedade, passem a explicar:
- que organismos, funções, responsabilidades, etc, deve o estado deixar, libertando a sociedade e a economia do seu peso, devolvendo aos cidadãos, às empresas e a múltiplas outras formas de organização privada, a solução.
possíveis exemplos, em "mil outros":
- Ministério da Educação? alternativa?
- Ministério da Economia? alternativa?
- Ministério da Cultura? alternativa?
- ICEP? alternativa?
- ...
sábado, dezembro 02, 2006
Quem pára este dragão?

Isso não sei, mas que a luta pelo segundo está ao rubro, isso está!
Cuidado com o Braga, em crescendo desde que o "bicho" lá chegou.
FC Porto:31 pontos; Sporting: 26; Benfica:22 (-1 jogo); Sp. Braga: 20 (-1 jogo)
Free To Choose, por Milton Freedman

Vale a pena ouvir Free To Choose
por Milton Freedman.
Pena muitos não ouvirem e poucos compreenderem.
Obrigado ao Insurgente.
quinta-feira, novembro 30, 2006
já não chegam as ideias dos Secretários de Estado...
"Era, por isso, bom que, juntamente com o novo Estatuto da Carreira Docente, o Governo pudesse aprovar um estatuto da carreira de pais",
Manuel Carvalho, hoje, Editorial do Público
quarta-feira, novembro 29, 2006
"Pensei que havia uma saída"
"o homem disse que, de facto, tinha notado uns barulhos "estranhos"...O casal reside na pequena freguesia do Marmeleiro, na Guarda, e deslocou-se ao Porto para ver uns amigos".
"Segundo adiantou, no local, fonte da Metro, foi a quinta vez que se deu uma infracção do género."...tá bonito, tá!!!
para ganhar dinheiro
Mário Pinto, Presidente da APCRI, hoje na CMVM
simples...porque a vida até que é simples...
segunda-feira, novembro 27, 2006
Estas sim, boas notícias
Certo, para já, é que o modelo escolhido "deverá ser suficientemente aberto para estimular a adesão de outras instituições portuguesas e estrangeiras de investigação em biomedicina e saúde pública", sublinha Sobrinho. " Os três institutos gostariam de ser o núcleo aglutinador de um conjunto de instituições, tanto de investigação, inovação e de serviços, como ainda, na interface com a indústria farmacêutica". (ver mais)
Parabéns ao Fogareiro
No Público, apesar de tudo, o melhor jornal português
- António Barreto, brilhante como (quase) sempre, a mostrar o “retrato exacto e quantificado daquele que é talvez o maior desastre de todas as políticas públicas portuguesas”…o malfadado “sistema de ensino”, “política de educação” ou lá o que é.
- "Oi cara, quem é o figurão?" - ou como em Portugal não se quer “ver” que o Brasil é uma potência mundial, e Portugal apenas (o que não teria nada de mal, não fossem os ares de grandeza) um pequeno país, e como tal irrelevante para o Brasil.
- Brilhante, como (também quase) sempre, Vasco Pulido Valente fala do “Portugal à chuva”, cujo “caos que as chuvas provocaram, de um lado, e o CCB e a Expo, do outro, representam exactamente o país”…
E para terminar, a reportagem de ontem na revista “Fugas” sobre a Coreia do Norte é um hino aos “amanhãs que cantam”. Agora compreendo porque é que o outro “não tinha a certeza de a Coreia do Norte não ser uma Democracia”. Andava o rapaz enganado, porque só pode ser...uma Democracia!!!
A realidade, quando bem trabalhada, ultrapassa em muito a melhor ficção…
mais uma Ordem! ...quem paga, quem é?
Perante tamanha enormidade, até passa como mera parvoíce o comentário final, de que “os notários, apesar de integrados agora no regime de profissão liberal, têm os preços da sua intervenção tabelados.” Vou traduzir em português: nós -notários- é que somos «bons liberais, pois ganhamos “à privado” mas com protecção do Estado”. Deve ser a isto que em Portugal se quer chamar Flexisegurança.
sábado, novembro 25, 2006
terça-feira, novembro 21, 2006
e lá estive eu 40 minutos, porque é mesmo a não perder!
obrigado ao Gabriel, no Blasfémias
