sexta-feira, dezembro 15, 2006

os jogos dos campeões

No Dragão, defrontam-se duas potências mundiais,
e lá terá que se mandar o "special one" pela borda fora ...

FC Porto (Por) - Chelsea (Ing)
Celtic Glasgow (Esc) - AC Milan (Ita)
PSV Eindhoven (Hol) - Arsenal (Ing)
Lille (Fra) - Manchester United (Ing)
AS Rome (Ita) - Lyon (Fra)
FC Barcelona (Esp) - Liverpool (Ing)
Real Madrid (Esp) - Bayern Munique (Ale)
Inter Milão (Ita) - Valência
(Esp)

quinta-feira, dezembro 14, 2006

ouvi dizer que lá donde saiu há muitas mais...


Roubadinho à Eterna, sem remorsos...

e concordam com o quê?

"João Cunha e Serra, membro da Fenprof e da Internacional da Educação, esteve ontem presente na reunião entre o MCTES e a OCDE. "Não concordamos com as fundações nem com a proposta de os docentes e não docentes deixarem de ser funcionários públicos", disse, considerando que também há aspectos positivos no relatório da OCDE".

o IEFP e o (des)emprego em Portugal

adiantou ao JN o presidente daquele instituto, que descobriu isto tudo desde Março deste ano:
"Chamamos as pessoas para um emprego ou para fazerem formação profissional e quem já está a trabalhar, por norma, não aceita", porque "as duas actividades não são compatíveis, disse"
"Só a partir de Março é que o instituto passou a cruzar dados com a Segurança Social e a avisar, de forma centralizada, os beneficiários da perda do subsídio. Desde então até Outubro, tinham sido enviadas 5143 cartas. A média mensal de intervenções e de cortes de subsídio indica que perto de um quarto dos chamados para um trabalho ou formação a tempo inteiro - incompatível, por isso, com um emprego não declarado - decidiu recusar, sujeitando-se ao corte do benefício".

quarta-feira, dezembro 13, 2006

John Cleese ensina política


John Cleese SDP/Liberal Alliance political broadcast 1987 .
Muito bom! Obrigado Gabriel.

hoje, citando

"De nada vale a pena pensar, é preciso reflectir primeiro",

Pierre Dac

assim do tipo “o meu ditador é mais fixe que o teu”

Estas discussões são muito divertidas, assim do tipo “o meu ditador é mais fixe que o teu”...ou "tás a ver" que sou democrata...

Eu, que tenho o raio do defeito de não gostar de ditadores, assim a modos dos que mandam matar pessoal que pensa diferente deles, ou que gostaria de dizer o que pensa, não tenho grande jeito para festas destas.

segunda-feira, dezembro 11, 2006

para mim, o melhor blogue 2006


Parabéns ao Blasfémias, que recebeu os óscares de «Melhor Blogue Colectivo 2006» e de «Melhor Blogue 2006», atribuídos pelos bloggers que participaram na votação proposta pelo Geração Rasca.

uma reportagem que é um país

No Público de 10dez, sob o título “93 postos de trabalho por um euro”, um retrato do país em que nos vamos transformando:

Uma empreendedora, Conceição Pinho, que merece todo o meu respeito (como merecem todos os que lutam pela vida, sem a asa protectora do estado) comprou uma fábrica (Afonso, Confecção de Vestuário) aos seus antigos donos, que a iam fechar. Não por 1 euro, mas por 1 euro + passivos (250 mil euros, segundo a reportagem) - activos (dos quais não se fala, porque para os jornalistas as organizações só têm passivos…)

“400 euros mensais, é o salário médio dos operários da fábrica”, i.é., ganham todos próximo do salário mínimo nacional (SMN) e, mesmo assim, lutam dia a dia pela sobrevivência…No próximo ano, com o aumento do SMN, a empresa terá ainda maiores dificuldades para sobreviver, pois vende “minutos” em concorrência com outros que os vendem mais baratos, e o diferencial aumentará.
Desejo que não, mas e se um dia a empresa for à falência pela incapacidade de suportar o aumento de custos? Pergunto eu, que percebo pouco disto: é melhor uma empresa continuar a laborar, dando emprego a 93 pessoas, pagando o que pode, ou ir á falência e os 93 operários para o (subsídio de) desemprego?

Uma pérola final: "dois partidos políticos quiseram visitar a fábrica, mas desistiram quando lhes foi dito que não poderiam vir acompanhados de jornalistas". Isto de defender causas sem jornalistas para as registar é uma canseira…

Boa sorte para a empresa e para esta ex-trabalhadora, hoje empresária, que afirma, ao arrepio dos vendedores de ilusões: “É um empresa perfeitamente normal. Uma cooperativa com 90 cabeças dura uma semana, não dura mais” Nem mais.

um programa para a educação

vive na Feira e estuda no Porto, teve 20 de média no secundário e 19,4 no acesso ao ensino superior, é estudante de medicina, membro da tuna da universidade, frequenta curso de piano, estuda canto, pratica natação, sai com os amigos, gosta de ir ao cinema, não passa um dia sem Internet...no Público, a 9dez, dia em que deu gosto ler as notícias.

"gosto de aprender e pouco de marrar"
Ana Catarina Gomes,

Competição fiscal na UE

Vital Moreira, um "estatista" na Causa Nossa:
"A independência fiscal pressupõe espaços económicos autónomos. Porém, num mercado integrado, como o da UE, sem fronteiras internas e com inteira liberdade de circulação de factores de produção ("mercado interno" ou "mercado único"), torna-se nececessário um mínimo de harmonização fiscal, especialmente no que respeita ao imposto sobre as empresas, sob pena de uma competição sem fim pela diminuição da carga fiscal, que só pode favorecer o "dumping" fiscal e social."
Eu, não podia estar mais de acordo com António Costa Amaral, em A Arte da Fuga:
"A harmonização fiscal retira às administrações os incentivos para serem eficientes. A impostos constantes, a máquina do Estado tende a esgotar os recursos até ser necessário adquirir mais recursos por via fiscal, conferindo mais poder económico ao poder político. É por isso que os estatistas tanto defendem impostos iguais para todos os países. "

eu não queria, mas

aos 88m, Lucho de seu nome

domingo, dezembro 10, 2006

merece visita mais regular

Apesar de uma mente desportiva pouco desperta, apresenta vocação para a arte...!
E, quem percebe que o "Calvin não é um aluno vulgar, é sobre-dotado" merece visita.

Infelizmente cada vez mais actual


Agradecendo a simpatia a Jorge Assunção, do Despertar da Mente, aqui fica o link para a versão simplificada em banda desenhado do The Road to Serfdom, the Friedrich Hayek que pode ser encontrado na página do Ludwig von Mises Institute. .

Tudo indica que os tempos actuais, e os próximos, tornarão muito útil uma visita regular a esta banda desenhada.

urge alterar este "estado da nação"

Não partilho da visão apocalíptica, como se do fim da história se tratasse, de Pedro Arroja, no Blasfémias:- "não gostam uns dos outros";- "uma certa cobardia";- "o espírito público";- "o vício que o despotismo produz, mas partilho do essencial dos seus comentários. "Populações que viveram durante longos séculos sob regimes autoritários e frequentemente despóticos tendem a desenvolver" determinados traços de carácter, e tal é visível muitas vezes em Portugal.

Como bem dizia Churchill (não exactamente assim): "Sou optimista, porque não vejo grande ganho em ser outra coisa qualquer", e acredito que a Nação irá encontrando as soluções para os problemas, mas porque "caminhamos para a servidão" a passos largos, urge alterar este "estado da nação", antes que seja tarde demais, e as consequências irreversíveis.

sábado, dezembro 09, 2006

hoje, a citação

"Um cavalo nunca corre tão depressa como quando tem outros
cavalos para perseguir." Ovídio

sexta-feira, dezembro 08, 2006

passo a passo o caminho da servidão vai sendo trilhado

Infelizmente a maior parte das pessoas nem vai perceber o que está em causa, mas vai valendo que ainda há Directores como o do PÚBLICO (meus sublinhados a bold):
"José Manuel Fernandes garante que "não acatará a recomendação da ERC de que deve deixar de publicar – ou seja, que deve passar a censurar – textos que possa vir a considerar inconvenientes". "O director do PÚBLICO não censura textos, muito menos de opinião, mesmo que discorde deles da primeira à última linha", insiste. Sustentando que a autoridade "não tem competência para analisar questões éticas ou deontológicas", José Manuel Fernandes sublinha que a deliberação hoje conhecida "reforça a ideia de que a ERC está a exorbitar nas suas competências". "Caso estas sejam alargadas com a aprovação das leis em discussão sobre a concentração dos media e o novo regime de actuação das televisões, podemos estarmos perante o mais grave cenário de ataque à liberdade de imprensa em Portugal desde a consolidação da nossa democracia", alerta".